Compreendo perfeitamente a emoção das mães ao ouvirem o coração dos seus bebés. Deve ser qualquer coisa.
Eu própria, num exame recente, ouvi o meu coração, pela primeira vez na minha vida, e não que tenha ficado comovida, mas fiquei assim coiso, não sei, estar ali a ouvir as minhas entranhas, primeiro assustei-me, tum-tum, tum-tum, alto e bom som, muito rápido, afinal é verdade, parecendo que não, estou viva.
(reflexão parva no dia do primeiro implante de coração artificial, isso sim, impressionante; eu lá imaginava que existiam corações artificiais)
4 comentários:
ahah, "parecendo que não, estou viva".
Eu diria mais, parece que sim, é mesmo verdade que estamos vivos!
:D
Finalmente voltaste!!! já tínhamos saudades das tuas reflexões filosóficas.
Então e livros bons?
infelizmente, não tenho tido muito tempo para ler mas estou desejosa de me agarrar a um sobre a história das criadas em Portugal e a outro sobre a cena artística no bairro alto nos anos 80. e a ver se volto a dar um giro na leituria, gostei muito :)
ah, a leituria pois, é fixe, temos de lá ir com vagar (e sem chuva!!!). Mas passamos à frente da padaria do bairro. Nós ficámos com dor de barriga nessa noite e temos a certeza que foram os bolos de lá!
a sério? eu também fiquei mal disposta! :(
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