«Raimundo Silva, sem meditar nem premeditar, tão alheio ao acto como às consequências dele, tocou levemente com dois dedos a rosa branca, e a doutora Maria Sara olhou-o de frente, estupefacta, (…) o que de todo não se esperaria é que mulher tão segura de si de repente se perturbasse a ponto de cobrir-se-lhe de rubor o rosto, foi obra de um segundo, (…) foi como se o homem, ao tocar a rosa, tivesse aflorado na mulher uma escondida intimidade, daquelas da alma, não do corpo.»
4 comentários:
Ahahaha muito bom!!!!
eheh, também achei.
Aimedês, tu voltou! Tu voltou!
oh Izzie, sei lá. sabes como é, uma pessoa farta-se, não tem espírito, depois apetece um bocadinho, mas afinal se calhar não...
Enviar um comentário