«Raimundo Silva, sem meditar nem premeditar, tão alheio ao acto como às consequências dele, tocou levemente com dois dedos a rosa branca, e a doutora Maria Sara olhou-o de frente, estupefacta, (…) o que de todo não se esperaria é que mulher tão segura de si de repente se perturbasse a ponto de cobrir-se-lhe de rubor o rosto, foi obra de um segundo, (…) foi como se o homem, ao tocar a rosa, tivesse aflorado na mulher uma escondida intimidade, daquelas da alma, não do corpo.»
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Algum dia tinha de ser
Descolar-se a sola toda de uma das minhas sabrinas na rua.
Chuic, chuic, chuic, mesmo na altura em que estava a passar um grupo de adolescentes.
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