terça-feira, 7 de março de 2017

de outra parte,

não quero ser velha.


ou o medo de existir

Compreendo perfeitamente a emoção das mães ao ouvirem o coração dos seus bebés. Deve ser qualquer coisa.
Eu própria, num exame recente, ouvi o meu coração, pela primeira vez na minha vida, e não que tenha ficado comovida, mas fiquei assim coiso, não sei, estar ali a ouvir as minhas entranhas, primeiro assustei-me, tum-tum, tum-tum, alto e bom som, muito rápido, afinal é verdade, parecendo que não, estou viva.
(reflexão parva no dia do primeiro implante de coração artificial, isso sim, impressionante; eu lá imaginava que existiam corações artificiais)


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Mais feminina

:D

Vim limpar o pó e aproveito

Tanta evolução tecnológica, tanta coisa que diz qu'é para facilitar a vida ao povo e «estamos a trabalhar para que tudo seja mais fácil, rápido e prático» e não sei quê, e em 2017 AINDA TEMOS DE LEVAR COM A PORCARIA DO JAVA e incompatibilidades e o internet explorer e o diabo a quatro para entregar cenas no portal das finanças. Duas horas e meia nesta brincadeira.
Finanças, ó: